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Seese protocola no Coren pedido de interdição ética da UPA Fernando Franco


Durante uma visita de fiscalização, a presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (Seese), Shirley Morales à UPA Fernando Franco, no dia de ontem(15), constatou irregulares que causam prejuízos aos trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde.
No início da tarde de hoje (16), a presidente do Seese, esteve no Conselho Regional de Enfermagem para dialogar com o presidente do Coren-SE, Diego Rafael acerca da solicitação do seese, protocolada na manhã de hoje, de avaliação de interdição ética do Hospital Zona Sul. Shirley explicou ao presidente do Coren e demais conselheiros que durante a fiscalização do seese foi observado que não existe condições de atendimento com características emergenciais na unidade que se encontra em franca reforma. A unidade estabilização da UPA foi desativada devido às obras e acabou sendo improvisado alguns leitos nas enfermarias para esse atendimento. Nesse mesmo local estão leitos enferrujados, materiais como brinquedos em desuso e equipamentos que não funcionam. A assistência de pacientes críticos nessas condições coloca em risco a saúde da população.
Na ocasião foi percebido que o repouso dos funcionários estão em condições de insalubridade. Os profissionais de saúde restritos no fundo do hospital, onde ficam as enfermarias, expostos a barulho e poeira por causa de lixadeiras. As condições de trabalho são insuportáveis. Além disso, os profissionais de enfermagem são solicitados a realizar esterilização ou desinfecção de materiais trazidos do Hospital Nestor Piva sob alegação de que a empresa contratada para administrar o hospital não está dando conta do serviço por problemas nos equipamentos. A presidente do seese ressaltou que o contrato, segundo a secretária municipal de Saúde, abrangeria insumos e manutenção de equipamento. Na visita houve relato acerca de empréstimos de materiais de sutura para o Hospital Zona Norte.
No ofício encaminhado para o Coren/se, a direção do Seese, pede que sensibilização do Coren quanto a questão do sofrimento dos profissionais de enfermagem e o risco à sofrido pela população por receber atendimento nessas condições ambientais. A presidente pediu que fossem tomadas as devidas providências quanto a essa situação caótica do Hospital Fernando Franco.

O presidente do Coren e demais conselheiros foram bastante receptivos à demanda trazida pelo seese. Afirmaram que estiveram na tarde de hoje discutindo o assunto, uma vez que o tema tem preocupado os conselheiros da autarquia. Diego afirmou que medidas estão sendo tomadas e se comprometeu a empreender forças para ajudar na solução do caso.

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