AVISO DO SEESE
Seese se reúne com Seplog e SMS para reivindicar direitos da categoria

Seese se reúne com Seplog e SMS para reivindicar direitos da categoria

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe(Seese), participou de reunião com a Secretaria Municipal de Planejamento,Orçamento e Gestão (Seplog) e a Secretaria Municipal de Saúde para discutir pautas relacionadas a questão do reajuste salarial e insalubridade dos servidores da saúde.

Estiveram presentes representantes dos sindicatos: Sintasa,Sindasse, Sindimed, e Sacema. A questão principal abordada pelos representantes dos servidores públicos municipais, foi o reajuste salarial e durante a reunião ficou acordado que as pautas específica de cada categoria serão encaminhadas à Secretaria Municipal de Saúde que articulará reuniões com as demais secretarias, de acordo com a demanda de cada Sindicato.

Na oportunidade, a Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão(Seplog), adiantou para os representantes sindicais que o reajuste salarial, pleito de todos os sindicatos, só será discutido após a avaliação do primeiro quadrimestre. Provavelmente em maio ou junho.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (Seese), Shirley Morales, aproveitou para contestar que o adicional de insalubridade, benefício concedido por lei ao servidor que se expõe a ambiente de trabalho insalubre e que põe em risco a saúde do trabalhador, é pago de forma desigual aos servidores da saúde.
“Deixamos claro que na época da negociação do novo estatuto do servidor, isso não foi acordado entre os sindicatos da saúde. Os mesmos foram impedidos de participarem da aprovação da citada lei na câmara de vereadores. Houve alteração do texto do estatuto na época de aprovação. O texto que foi produto de um trabalho de dois anos de negociação entre os sindicatos e a gestão foi mudado e com isso veio a situação da insalubridade dos trabalhadores da saúde, serem tratados de forma desigual com relação aos demais servidores. Outra grande grande preocupação da categoria é que eles não tenham aumento este ano, como ocorreu ano passado”, explicou Shirley.