AVISO DO SEESE
Seese participa de ato na frente da Assembleia Legislativa

Seese participa de ato na frente da Assembleia Legislativa

O movimento intersindical dos funcionários públicos de Sergipe, que reúne o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (Seese) e mais 13 categorias do serviço público, realizou um ato na manhã desta terça-feira (04) em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe. Os servidores cobram o fim da manipulação na contabilidade pública e efetivação dos acordos com a categoria, como o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) e os subsídios, pagamento integral dos salários, além do reajuste salarial e por um serviço público de qualidade. O ato fez parte da programação da paralisação de 24 horas que os enfermeiros estão fazendo nesta terça-feira.

Para Shirley Morales, presidente do Seese, o ato serviu para mostrar a união de todas as categorias contra as decisões adotadas pelo Governo do Estado. “É uma luta dos servidores públicos que acaba incorporada pelos enfermeiros, que como parte da saúde tem sofrido, juntamente com os demais trabalhadores”, afirmou. Um grupo de enfermeiros do interior e da capital participou do ato.

Shirley enfatizou que além da participação de um grupo na manifestação, enfermeiros e técnicos estão mobilizados nas entradas dos hospitais públicos do Estado para orientar a população quando as reivindicações dos servidores.

A presidente reforçou que a luta é conjunta dos enfermeiros, já que no Estado a categoria é fragmentada pelo regime de contratação: estatutário e celetista. “Estamos fortalecidos. Fizemos assembleias em várias regiões do Estado e conseguimos conversar tanto para estatutários como para os celetistas. Trazendo para eles um entendimento que é uma luta conjunta e não abandonaremos nenhuma das bandeiras, tanto a questão do reajuste quanto ao PCCV”, avisou.

Quanto ao encontro com representantes do Governo do Estado na última segunda-feira, Shirley disse que o único acréscimo de outras reuniões anteriores foi a criação de uma comissão especifica. “Passamos quase duas horas para poder ter acesso a números novos e outros que já conseguimos, mas que difere da linha de pensamento dos trabalhadores e de estudo, inclusive, do DIEESE”, frisou.